Doenças raras e medicamentos de alto custo

O remédio da doença rara custa uma fortuna e foi negado? Quem deve pagar?

Dependendo do caso, o caminho envolve o plano de saúde ou o poder público. A análise dos documentos indica qual é cabível.

Relatório médico detalhado, negativa e contrato são o ponto de partida. Sem registro na Anvisa, o cenário é mais restrito e exige análise individual.

Sem promessa de resultado. Cada situação é analisada individualmente.

Ponto-chavePlano ou poder público

O caminho depende de haver plano, do contrato e da indicação médica.

Doença rara•Alto custo•Plano de saúde•SUS•Anvisa•Relatório médico•Tratamento contínuo•

Explicação simples

Plano de saúde ou SUS: de quem é a obrigação?

Se há plano de saúde, a cobertura pode ser exigida da operadora, conforme o contrato e a indicação médica. Se não há plano, ou se ele não cobre, o caminho pode envolver o poder público.

Medicamentos sem registro na Anvisa enfrentam um cenário mais restrito. Há situações específicas, previstas em regras e decisões dos tribunais, em que a discussão ainda é possível.

Não existe resposta única. Por isso, a análise individual com os seus documentos é indispensável.

Para quem é

Esta página pode ser útil para:

01

Pais e familiares de paciente com doença rara

02

Pessoas cujo plano negou medicamento de alto custo

03

Quem não tem plano e depende do poder público

04

Quem teve o fornecimento interrompido

05

Quem não sabe se o medicamento tem registro na Anvisa

O conteúdo é informativo. Não há garantia de fornecimento do medicamento.

Pontos de precisão

Três pontos de precisão

01

Quem paga depende do caso

Plano, SUS ou ambos podem ser discutidos, conforme contrato, prescrição e documentos.

02

O relatório médico é decisivo

Diagnóstico, histórico, tratamentos já tentados e justificativa do medicamento.

03

Interrupção também se discute

Parar um tratamento em curso, sem justificativa clara, costuma ser questionado.

Como funciona

Como é feita a análise

01

Primeiro contato

Você informa a doença, o medicamento e se há plano de saúde.

02

Documentos

Relatório, negativa, contrato (se houver plano) e comprovantes.

03

Caminho cabível

Plano, poder público ou via administrativa. Honorários informados antes.

04

Acompanhamento

O escritório acompanha o caso até o cumprimento da decisão, quando houver.

Documentos

O que costuma ser necessário

No primeiro contato, basta informar o que aconteceu e quais documentos você tem. O envio documental será orientado depois, em canal seguro.

Sigilo e privacidade

Não envie laudos, exames ou documentos pessoais pelo primeiro contato no WhatsApp.

Informar o que tenho em mãos
01

Relatório médico detalhado e receita

02

Exames e laudos que comprovem o diagnóstico

03

Negativa do plano ou do órgão público

04

Contrato e carteirinha, se houver plano

05

Informação sobre registro do medicamento na Anvisa

06

Comprovantes de renda e residência, se orientado

Dr. Pedro Henrique Tomazini Gomes no escritório

Quem conduz

Pedro Tomazini Advocacia

OAB/PR 31.879 · OAB/SP 293.673

Dr. Pedro Henrique Tomazini Gomes é advogado desde 2001, formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), com pós-graduação pela FGV. Atua em demandas contra planos de saúde, com acompanhamento do caso do início ao fim e atendimento humanizado.

Mais de 20 anos de atuaçãoAtendimento online em todo o BrasilPresencial em Curitiba/PR
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Perguntas frequentes

Entenda os limites antes de decidir

Falar no WhatsApp
O SUS tem que fornecer?

Depende do caso. Há requisitos definidos por tribunais superiores para o fornecimento de medicamentos pelo Estado. A análise indica se cabe.

E se o remédio não tem registro na Anvisa?

O cenário é mais restrito, mas há situações específicas em que a discussão é possível. Ninguém deve prometer resultado.

O plano autorizou uma vez e depois parou. Pode?

Interromper tratamento em curso sem justificativa clara costuma ser questionado. Guarde autorizações e protocolos.

O que o relatório do médico precisa ter?

Diagnóstico, histórico, o que já foi tentado e por que o medicamento é necessário. Em caso de urgência, o risco deve ser registrado.

A liminar é garantida?

Não. A decisão de urgência depende dos documentos, do contrato e da análise do juiz. Nenhum advogado pode prometer o resultado.

Posso falar com o escritório de outra cidade?

Sim. O atendimento é online em todo o Brasil e presencial em Curitiba/PR.

Preciso enviar documentos no primeiro contato?

Não. Basta informar o que aconteceu e quais documentos você tem. O envio de laudos e dados sensíveis é orientado depois, em canal combinado.

Primeiro passo

Conte qual é a doença e o medicamento

A análise começa pelo WhatsApp. Laudos e documentos sensíveis seguem por canal combinado.

Falar sobre o medicamento O primeiro contato não representa contratação automática nem promessa de resultado.
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